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Lifting facial: rejuvenescimento com cicatrização e resultados cada vez melhores

maio 24, 2016

 

Com a progressão da idade, os sinais de envelhecimento se manifestam, seja pela ação da gravidade, exposição solar ou estresse cotidiano, que influenciam no funcionamento do organismo, na diminuição da produção de colágeno e, consequentemente, perda de turgor e elasticidade da pele. Nesse momento, quando as indesejadas rugas na parte superior do rosto, ao redor dos olhos e outras regiões da face demandam uma intervenção cirúrgica, a saída mais indicada é o lifting facial, técnica que ameniza as imperfeições provocadas pelo tempo e garante um aspecto natural ao rosto.

Desenvolvido nos Estados Unidos e usado no Brasil desde 1990, o lifting frontal endoscópico, aplicado principalmente para tratamento do terço superior do rosto, consiste em pequenas incisões no couro cabeludo para descolamento dos tecidos sob visão do endoscópio, instrumento óptico que permite ao médico visualizar, em detalhes, nervos e músculos da região e o que está sendo feito.

Além de garantir mais segurança na preservação dos nervos da área frontal da testa, o cirurgião pode tratar os músculos da região  (entre os olhos) a fim de proporcionar uma melhora das rugas, sem prejudicar a sensibilidade e os movimentos naturais da face.

No lifting facial tradicional, é realizada uma incisão chamada bicoronal, atrás da linha do cabelo, que une incisões da região temporal, lateral da cabeça ao lado dos olhos. Esse método pode apresentar maior incidência de alopécia – queda de cabelo na área da cicatriz – e de alteração da sensibilidade da região frontal – resultados indesejados e indiretos do procedimento.

No lifting endoscópico, temos duas vantagens: a cicatrização permanece oculta sob os cabelos e não provoca a queda dos fios na região. Não existe idade mínima para este tipo de cirurgia, desde que seja feita uma avaliação das condições da pele e características genéticas de cada paciente. De forma geral, a procura começa a partir dos 40 anos ou um pouco mais cedo, quando a pele dá seus primeiros sinais de envelhecimento.

O lifting endoscópico, apesar de existir há mais de 15 anos, ainda não é encontrado com tanta facilidade no Brasil. “A curva de aprendizado, necessidade do uso de material endoscópico e custo mais elevado são algumas das limitações para uma maior adesão à essa técnica. Além de ser indicado para procedimento na parte superior do rosto, o lifting endoscópico pode ser aplicado também no tratamento do terço médio – bochechas e abaixo das pálpebras inferiores.

O resultado do lifting facial é obtido, como na maioria das cirurgias plásticas, a partir de três meses. O lifting por vídeo tem suas vantagens e indicações, e por conta destas, pode ser utilizado com bom grau de satisfação do paciente.